
Aquele poema,
ao contrário dos outros,
tinha pólvora. só lhe faltava o rastilho.
Éramos rebeldes por sistema,
a sonhar uma revolução por dia.
À tardinha, na esplanada,
À tardinha, na esplanada,
bebíamos um cocktail molotov.
O terrorista apaixonado carregava,
às escondidas, uma bomba relógio.
era no peito. era o coração.
por Jose Mário Silva
era no peito. era o coração.
por Jose Mário Silva
1 comentário:
continua boneca :)
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